quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Caldeirada de papa-lagosta


Conhecido por pampo, peixe-porco, ou aqui na zona atlântica do Minho, denominado de papa lagosta, devido à sua apetência nutricional por crustáceos que conjuntamente com outras pequenas espécies piscícolas e moluscos constituem a sua alimentação. Tem o seu habitat preferido junto às rochas e praias onde as ondas rebentam.
É uma espécie caracterizada por uma pele dura como couro, contrastando com a sua carne branca de excelso sabor e de firme consistência.
Das diversas formas de o cozinhar, esta semana optámos por fazê-lo de caldeirada. O séquito veio todo dos viçosos campos de Ponte de Lima. Foram figurantes: batatas, tomates, pimentos e cebola, laureados pelos dois odorantes homónimos loureiros que povoam a paisagem do vale do Lima.

sábado, 1 de outubro de 2011

Restaurante Bocados escolhido


restaurante bocados escolhido



O restaurante Bocados voltou a ser escolhido entre os melhores restaurantes dePortugal num guia agora publicado. Com edição conjunta do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias, um roteiro dos 564melhores restaurantes de Portugal, na ótica do jornalista José Silva. Sãopropostas para se comer bem, em 564 sítios de Portugal. Muito bem organizado,por região, tipo de comida e preço, o crítico apresenta as suas propostas, num elenque com predomínio para a comida tradicional portuguesa, não deixando deespreitar o que de novo se vai fazendo por terras lusas.

sábado, 17 de setembro de 2011

Bebemos o que é nosso!

É a grande bebida deste Verão, que ainda vai alto. Muitos dos que nos visitam aceitam a nossa sugestão e em vez do tradicional gin tónico, optam por uma alternativa mais portuguesa Nesta caloraça de Setembro nada melhor para beber ao fim da tarde ou antes de uma refeição do que Porto tónico. Bebemos português, porque não há nada igual em parte alguma do mundo. E com a bandeira da grande qualidade. O vinho do Porto ou generoso do Douro( como lhe queiram chamar) é em qualquer parte do mundo uma grande bebida,seja de que maneira for.É caso para dizer: bebemos o que é nosso por que é BOM!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ao jantar o vinho oferecemos nós

Durante o mês de Setembro pode vir jantar que o vinho oferecemos nós. Para isso basta clicar em http://www.directwine.pt/ e obter um vocheurque lhe dá  uma garrafa de vinho Casa do Valle colheita branco. Partilhe este momento com quem lhe der mais prazer, na companhia de um branco de sedução.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A copo esta semana


Desde a nossa abertura que sempre facultamos a vertente de vinho a copo. Nem sempre bem aceite, fruto de uma opinião formada assente na experiência do vinho servido a copo em muitas tabernas e restaurantes que era ( e infelizmente ainda será(?)...) sempre do pior que há para servir. Bem, mas nos últimos tempos tempos, tem-se insistido muito na venda do vinho a copo, enaltecendo algumas virtudes deste negócio, entre as quais destaco e que aprovei fruto de experiência própria, que é a oportunidade de durante uma refeição experimentar vinhos diferentes.
Nesse sentido, deixamos aqui a nossa selecção a copo para esta semana. Bom proveito

sábado, 13 de agosto de 2011

Saudades da nossa comida


É bom saber que falam de nós por bons motivos. Ontem soubemos por quem nos visitou, que num avião em que viajava, proveniente da Ásia Meridional, rumo à Europa, a conversa de um pequeno grupo girava à volta de saudades da comida portuguesa. Ouvindo o nome Bocados, alguém que vem a esta casa quando está em Portugal, logo ficou atento às considerações. Mas os motivos eram os melhores: evocavam-nos como local de uma refeição de prazer e memórias. Ficamos contentes por nos trazerem notícias destas.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Arroz no forno à marinheiro


Originária de Espanha, mais propriamente da região de Valência, dá-se por ela não só, espalhada por diversos cardápios das regiões da vizinha Espanha, mas também galgou fronteiras gastronómicas, aportou nos paladares das terras lusas e no outro lado do grande continente latino americano, onde agora os brasileiros (quem havia de ser?) tornaram-se mestres na recreação do prato, assente na máxima de que paella é como coração de mãe: cabe tudo e todos.

Confessamos que francamente nunca nos seduziu muito o terra/mar no mesmo prato. Daí que as preferências recaiam sobre a versão marinheira ou dos animais que se criam e caçam, não esquecendo em ambos os casos um adorno vegetal a preceito.

Falemos hoje, em tempos mais estivais, de uma variante marítima que nestes tempos mais acalorados é sempre mais apetecível. Como em Portugal, a designação da paella verteu num arroz à valenciana, cremos que também, devidos aos ajustes portugueses na sua elaboração, aqui nós tomando esta linha, e a presunção de que ninguém faz arroz em Portugal como no Minho ( David Lopes Ramos dixit) também pegamos em algumas espécies vindas do mar e apresentamos neste Verão, esta versão de um ARROZ NO FORNO À MARINHEIRO.