quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Um dia único em qualquer altura do ano


Comer é prazer e poderá tornar-se num acto de seduzir, fazendo uma refeição especial e mais intimista. É uma das ideias para comemorar o Dia dos Namorados, que entre várias, pode levar-nos a tornar-nos irresistíveis aos olhos dessa única pessoa que tanto desejamos que nos aprecie. Para que este dia não seja igual, nós ajudamos-lhe a desenhar a ideia de um dia diferente. Propomos-lhe um lugar e uma refeição para que se sintam únicos. Pode ser nesta segunda feira, na próxima semana ou em qualquer mês ou dia do ano. Aqui fica a nossa sugestão, sem alterar a filosofia da casa. Sempre igual, sempre diferente : o Menu Bocados.
Que lhes saiba bem.






domingo, 23 de janeiro de 2011

Lampreia 2011


Abrimos esta semana a época da lampreia. Como todos os anos, as reservas vão chegando de diversos pontos do país e da vizinha Galiza. Para aqueles que apreciam esta iguaria, podem degustá-la à bordalesa ou em arroz. Mas há quem prefira a sua empada, a hóstia ou o timbale.
É destas maneiras que a pode provar connosco, até ao final de Abril.
Bom proveito

sábado, 9 de outubro de 2010

Sabores de Outubro




Com a chegada do Outono, a cozinha torna-se mais apelativa para pratos de estirpe mais tradicional. É o que começamos a fazer neste mês de Outubro.Consubstanciado na qualidade das matérias primas e no caloroso trato culinário, propomos um trajecto às raízes da cozinha portuguesa. Prove o que de melhor tem Portugal. Saibamos preservar a qualidade e a tradição.
Que lhes saiba bem!

domingo, 1 de agosto de 2010

Bocados na Food andTravel









A edição Agosto/Setembro da mais prestigiada revista britânica de gastronomia e viagens - Food and Travel, publica uma reportagem sobre o Minho da autoria do jornalista Marc Millon e do fotógrafo Stephen Pennells. Intitulada Magical Minho, inserida no espaço Gourmet Travelling, os jornalistas relatam as impressões desta sua incursão.Um retrato da região e da sua gastronomia . O jornalista gourmet mostra-se maravilhado pela cozinha e pela forma de comer no Bocados, descrevendo as sensações do seu palato na experiência vivida nesta casa.

Para nós é mais um registo gratificante. Fruto daquilo que fazemos com gosto, de forma despretensiosa e também do reconhecimento daqueles que usufruem da nossa casa e nos projectam para um patamar cimeiro no panorama gastronómico.

A todos vós o nosso obrigado.


quarta-feira, 9 de junho de 2010

DIRK UBUNTU NIEPOORT







Ubuntu é o nome de uma antiga palavra originária de África,que significa "humanidade para todos" tendo subjacente também conteúdo filosófico assente em "e sou o que sou devido ao que todos nós somos". Inspirado nisto Dirk Niepoort,hábil a promover os seus produtos, aproveitou a realização do Mundial de futebol em África e colocou no mercado o seu vinho UBUNTU. Com rotulagem de desenho criativo, inspirado na temática africana, Dirk apresenta-nos um vinho despretensioso, mas agradável para momentos de convívio. Faz parte da nossa carta de vinhos deste Verão 2010.

Raianos e Dourados


É sempre um prazer visitar Melgaço. Com o passar do tempo o rendilhado verde do plantio de alvarinho, vai crescendo, tornando a paisagem ainda mais generosa para o nosso olhar.Um almoço retemperador, acompanhado por cantares galegos vindos da mesa do lado, deram um toque festivo ao nosso manducar, regado com o emblemático vinho local. E aqui ergamos os nossos copos, para brindar a quem quer fazer uma política promocional da excelência dos produtos locais.O vinho a preços abaixo daqueles que são praticados noutras localidades.Daí concluir-se que os produtores e os restauradores estão em consonância em promover o alvarinho local.Um exemplo a seguir noutras regiões.
Terminamos no seu Solar, com uma breve prova da nobre casta autóctone, em novas versões. Aqui outro exemplo promocional de excelência: pela nobreza e funcionalidade das instalações e pela qualidade de atendimento prestado pela técnica Cristina.Enfim: um ditirambo báquico

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Zurrapa em Chaves


É sempre bom ir até ao Douro. A viagem que há anos era comandada pelo pachorrento trabalhar dos motores e sinuosidades montanhosas é agora ditada pelo asfalto comunitário, as performances vanguardistas da tecnologia mecânica automóvel e pela sempre bem quista apelação dos néctares durienses. E assim fomos nós, com dois destinos: almoçar em Chaves ( apelo do cantinho do holligan do FJV a recordar os embates futebolísticos dos anos setenta) e a um pedaço do coração do Alto Douro vinhateiro: a Régua.
Se Chaves, cidade, está mais cosmopolita diremos que sim. Um comércio atractivo, uma espécie de centro comercial ao ar livre na parte central da cidade e a preservação de testemunhos históricos edificados. Já a nossa incursão na sua gastronomia e produtos locais foi de chamar a legião romana, para nos pôr dali a andar. Com matérias primas de tão boa qualidade como é que é possível apresentarem alheiras dizendo certificadas como biológicas ou coisa que o valha, quando na verdade aquilo não passa de pão e sebo enfiado numa tripa seca? Da qualidade da refeição eu não vou falar porque não prestava. Agora da zurrapa que me fui colocada na mesa como vinho da casa é imperdoável! Não havia outros vinhos. Só cerveja e água. À memória veio-me o vinho dado na tropa nos idos anos setenta. Lembrança essa , ainda mais coroada aqui e agora, na mesa ao meu lado um jovem oficial que também provou o tinto, replicando com o rosto de um careto transmontano.
O que quer esta gente numa terra próspera na qualidade de matérias primas para um digno trabalho gastronómico?É o português na seu jeito meio estúpido de chico-espertice para o "negócio". Foi o fim da Incursão, esta não monárquica, mas sim zurrápica. Enfim, cheguei imperador, regressei como Paiva Couceiro.