quinta-feira, 30 de julho de 2015

A tradição dos assados na cozinha minhota



  

Com uma bela assadura em forno adequado, resulta num bom naco de carne de elegante consistência. Firmeza e humidade q.b., daí um mimo para o palato. Acompanhou com uns tenros e saborosos gravanços.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Uma sopa para cada boca



Não há nada como ir até à horta, colher alguns legumes e dar-lhes cozedura, à mistura com pequenos nacos de carnes diversas e fazer uma sopa. Será provavelmente um dos pratos mais antigos da história de todos os povos.  De simples elaboração, é sempre uma bênção retemperadora para o estômago, quer para uma refeição que se inicia, quer para eliminar sequelas de possíveis exageros de jornadas anteriores. Quente, morna ou fria, cai sempre bem, conforme o tempo e a disposição de quem a come.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Costela de Porco





Os sabores tradicionais da cozinha portuguesa, são sempre companhia no nosso menu.Utilizando produtos autóctones, criamos sabores com raiz na tradição. Aqui também a qualidade do reco e do vinho, são pilares num fornear que se quer lento, a fim de elevar a consistência da carne, tornando-a tenra e suficientemente húmida.

domingo, 28 de junho de 2015

Comida de Verão



Com o calor a aparecer, a versatilidade da cozinha portuguesa leva-nos a outras propostas, sempre bem apetecíveis. Para acompanhar com a frescura dos vinhos de Portugal.

quinta-feira, 5 de março de 2015

Melhor serviço de vinhos



 Depois de recente distinção, que nos foi atribuída pela VINIPORTUGAL para o serviço de vinhos, recebemos agora o reconhecimento do crítico de vinhos e enólogo Aníbal Coutinho, para o melhor serviço de vinhos no litoral norte de Portugal.
 Estamos gratos aos amigos desta casa, aos produtores, viticultores e enólogos, à crítica especializada e a todos aqueles que partilham connosco o prazer dos bons vinhos.    

sábado, 7 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Lampreia






Estamos na sua época, que se vai prolongar até Abril. Nas versões mais tradicionais, de arroz e bordalesa, ao escabeche e timbale. Mas mesmo depois, ainda continuaremos a apresentá-la em versões adequadas para a altura. Sempre ao gosto de cada um. Como se usa dizer por aqui: que lhes saiba bem.