Ubuntu é o nome de uma antiga palavra originária de África,que significa "humanidade para todos" tendo subjacente também conteúdo filosófico assente em "e sou o que sou devido ao que todos nós somos". Inspirado nisto Dirk Niepoort,hábil a promover os seus produtos, aproveitou a realização do Mundial de futebol em África e colocou no mercado o seu vinho UBUNTU. Com rotulagem de desenho criativo, inspirado na temática africana, Dirk apresenta-nos um vinho despretensioso, mas agradável para momentos de convívio. Faz parte da nossa carta de vinhos deste Verão 2010.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
DIRK UBUNTU NIEPOORT
Ubuntu é o nome de uma antiga palavra originária de África,que significa "humanidade para todos" tendo subjacente também conteúdo filosófico assente em "e sou o que sou devido ao que todos nós somos". Inspirado nisto Dirk Niepoort,hábil a promover os seus produtos, aproveitou a realização do Mundial de futebol em África e colocou no mercado o seu vinho UBUNTU. Com rotulagem de desenho criativo, inspirado na temática africana, Dirk apresenta-nos um vinho despretensioso, mas agradável para momentos de convívio. Faz parte da nossa carta de vinhos deste Verão 2010.
Raianos e Dourados
É sempre um prazer visitar Melgaço. Com o passar do tempo o rendilhado verde do plantio de alvarinho, vai crescendo, tornando a paisagem ainda mais generosa para o nosso olhar.Um almoço retemperador, acompanhado por cantares galegos vindos da mesa do lado, deram um toque festivo ao nosso manducar, regado com o emblemático vinho local. E aqui ergamos os nossos copos, para brindar a quem quer fazer uma política promocional da excelência dos produtos locais.O vinho a preços abaixo daqueles que são praticados noutras localidades.Daí concluir-se que os produtores e os restauradores estão em consonância em promover o alvarinho local.Um exemplo a seguir noutras regiões.
Terminamos no seu Solar, com uma breve prova da nobre casta autóctone, em novas versões. Aqui outro exemplo promocional de excelência: pela nobreza e funcionalidade das instalações e pela qualidade de atendimento prestado pela técnica Cristina.Enfim: um ditirambo báquico
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Zurrapa em Chaves
É sempre bom ir até ao Douro. A viagem que há anos era comandada pelo pachorrento trabalhar dos motores e sinuosidades montanhosas é agora ditada pelo asfalto comunitário, as performances vanguardistas da tecnologia mecânica automóvel e pela sempre bem quista apelação dos néctares durienses. E assim fomos nós, com dois destinos: almoçar em Chaves ( apelo do cantinho do holligan do FJV a recordar os embates futebolísticos dos anos setenta) e a um pedaço do coração do Alto Douro vinhateiro: a Régua.
Se Chaves, cidade, está mais cosmopolita diremos que sim. Um comércio atractivo, uma espécie de centro comercial ao ar livre na parte central da cidade e a preservação de testemunhos históricos edificados. Já a nossa incursão na sua gastronomia e produtos locais foi de chamar a legião romana, para nos pôr dali a andar. Com matérias primas de tão boa qualidade como é que é possível apresentarem alheiras dizendo certificadas como biológicas ou coisa que o valha, quando na verdade aquilo não passa de pão e sebo enfiado numa tripa seca? Da qualidade da refeição eu não vou falar porque não prestava. Agora da zurrapa que me fui colocada na mesa como vinho da casa é imperdoável! Não havia outros vinhos. Só cerveja e água. À memória veio-me o vinho dado na tropa nos idos anos setenta. Lembrança essa , ainda mais coroada aqui e agora, na mesa ao meu lado um jovem oficial que também provou o tinto, replicando com o rosto de um careto transmontano.
O que quer esta gente numa terra próspera na qualidade de matérias primas para um digno trabalho gastronómico?É o português na seu jeito meio estúpido de chico-espertice para o "negócio". Foi o fim da Incursão, esta não monárquica, mas sim zurrápica. Enfim, cheguei imperador, regressei como Paiva Couceiro.
O que quer esta gente numa terra próspera na qualidade de matérias primas para um digno trabalho gastronómico?É o português na seu jeito meio estúpido de chico-espertice para o "negócio". Foi o fim da Incursão, esta não monárquica, mas sim zurrápica. Enfim, cheguei imperador, regressei como Paiva Couceiro.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Bocados novamente distinguido pela crítica

O crítico de vinhos Aníbal Coutinho, acaba de nos seleccionar entre os dez melhores restaurantes do norte de Portugal com serviço de vinhos para 2010. Na edição de hoje da revista Notícias Magazine, distribuída conjuntamente com do Diário de Notícias e o Jornal de Notícias, o prestigiado jornalista em trabalho publicado sobre restaurantes e vinhos remete-nos para o Top - 10. Uma responsabilidade acrescida para o nosso desempenho no âmbito da cultura vínica.
sábado, 21 de novembro de 2009
À Portuguesa
Estamos a iniciar a época em que a costa portuguesa nos deleita com a mais variadas espécies da sua fauna marítima. Há que aproveitar a generosidade do mar. É o que estamos a fazer, percorrendo a cozinha tradicional portuguesa na sua vocação marítima. Servimos lavagante a solo, em arrozada ou acompanhado de uma das variantes de sémola de trigo ( massa). Corvina e robalo também em idêntica triologia. Aviso à navegação: a migração piscícola e crustácea, para a nossa cozinha, vai continuar.
sábado, 7 de novembro de 2009
A solo e muito bem acompanhado
O marco cinquentenário é para mim coisa obsoleta. Quando me vi confrontado com essa questão existencial, pensei na minha entrada para o clube dos anciãos ou dos velhotes radicais-essa versão actual dos velhinhos modernos do Fernando Girão. Porém o tempo indicou o contrário. Ainda estou para umas curvas. Mas há quem, na mesma situação e de forma superior, faça obra dizendo que está na hora. É o caso do Rámon, que a 1 de Novembro, acompanhou mais duas voltas da terra em volta do sol. E aproveitou o ensejo para nos apresentar o Herr G - 51.11 mostrando que é momento de começar ou melhor, de revelar aquilo que adiantado no tempo, a gaveta foi guardando e a irreverente e superior qualidade criou. Chegou a hora de ouvirmos o Rámon como músico dele próprio.
http://www.herr-g.com/
Entrevista ao Expresso
terça-feira, 6 de outubro de 2009
pudim de gila
Com a frescura do tempo o doce apetece mais. Das variadas espécies de abóboras a doçaria convoca a patamar superior, a variedade gila, ou chila, como nós aqui no Minho perferimos chamar, na sua versão de doce da dita cuja. Passada a labuta da confecção doceira, que se inicia com o atirar da cabaça ao chão, avancemos com o doce já concluído e agora na condição de parceiro imprescendível para a confecção do postre. E diga-se, que o seu contributo foi soberbo. É essa a opinião de quem o degustou, hoje no Bocados em Ponte de Lima.
Subscrever:
Mensagens (Atom)